"Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve." Lewis Carroll - Alice no País das Maravilhas

CRÔNICAS DE NÁRNIA: Capas pelo mundo 2#

Foto: Editora WMF Martins Fontes

Ano passado eu fiz a primeira parte sobre as diversas edições que As Crônicas de Nárnia ganharam ao redor do mundo desde o seu lançamento, algumas bem diferentes (quem não viu o post é só clicar aqui), mas algumas bem legais ficaram de fora, então eu adicionei novos itens à lista:


JAPÃO

1966
 

1985






  HOLANDA



INGLATERRA 

1974


1980


1986

(Infelizmente não consegui encontrar Príncipe Caspian dessa edição)

RÚSSIA




EDIÇÕES ESPECIAIS

Barnes & Noble Collectible Editions:  Essa é meu grande sonho de consumo, a mais perfeita que já vi, acabamento em couro legítimo, letras douradas e ilustrações lindas. O motivo de ainda não ter essa maravilha em casa? O preço! Essa beleza aí não sai por menos de U$950,00 (se quiser uma edição nova) algo como mais ou menos R$2.397,00!!! 



The Folio Society: Essa edição que está sendo vendida (capa azul) tem os livros em capa dura, ilustrados e em estilo antigo chique. Lindos!
A edição de 1996 (capa verde) vem com capas com um emblema de um escudo de Nárnia na capa e lombada, em prata e ouro. Cada volume é costurado. O desenho da capa é de David Eccles. Todas as ilustrações em preto e branco são as originais da primeira edição.O conjunto vem em uma caixa dourada com dois mapas coloridos de Nárnia, um de cada lado. O primeiro foi impresso em 1996 e relançado em 1998, 1999, 2001.                 


   




Turtleback School & Library Binding Edition:  Edição destinada para escolas e bibliotecas, possui as ilustrações de Pauline coloridas.
    


Pop-up book: Um dos livros mais lindos sobre Nárnia que já vi, criado pelo ilustrador Robert Sabuda. O livro tem um acabamento impecável e os desenhos são coloridos com aquarela.




COLEÇÃO COMPLETA E VOLUME ÚNICO


 


 

Edições publicadas no Japão


Edição publicada em Taiwan




É claro que a lista ainda não está finalizada, afinal são muitas edições, mas aos poucos vou completando e mostrando pra vocês. Se alguém encontrar alguma outra edição e quiser compartilhar, será bem-vindo! 

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CONHEÇA BELFAST, A CIDADE QUE INSPIROU C.S LEWIS

C.S Lewis nasceu em Belfast, Irlanda, em 1898, filho de um advogado e da filha de um pastor. A Família Lewis morava na zona leste de Belfast , embora a maioria das biografias se refira à Família Lewis residindo no endereço “Dundela Avenue, 47”, um censo da época a registra morando à “Dundella Avenue, 21”.

'Lewis era irlandês', um fato que parece ter sido muitas vezes esquecido pelo resto do mundo, se referindo a ele quase sempre como um escritor inglês. As lembranças de sua terra natal, sempre o acompanharam e marcaram o seu trabalho durante toda a sua vida. Numa carta de 1915, Lewis carinhosamente evoca suas recordações de Belfast: “o distante murmurar dos ‘estaleiros’, a grande extensão de Belfast Lough, Cave Hill Mountain e os pequenos vales, prados e colinas em volta da cidade”.

Alister McGranth, autor de uma das mais famosas biografias sobre o escritor, explica o que a Irlanda significava para Lewis: 

"A irlanda de Lewis era muito mais do que suas “suaves colinas”. Sua cultura era marcada por uma paixão em contar histórias, evidenciada em sua mitologia bem como nas narrativas históricas e em seu amor pela língua. Mas Lewis nunca transformou suas raízes irlandesas num fetiche. elas simplesmente faziam parte de quem ele era, sem serem sua característica definidora. Até mesmo no final da década de 1950, Lewis se referia regularmente à Irlanda como sua “terra natal”, chamando-a de “meu país”, e até optou por passar lá sua tardia lua-de-mel com Joy Davidman em abril de 1958. Lewis havia inalado o ar suave e úmido de sua terra natal, e nunca se esqueceu de sua beleza natural. (...) Cave Hill Mountain e Giant’s Causeway de Belfast parecem todos ter seus equivalentes em Nárnia — talvez mais suaves e mais brilhantes do que os originais, mas ainda assim mostrando algo de sua influência. Lewis referiu-se com frequência à Irlanda como fonte de inspiração literária, observando a maneira de suas paisagens estimularem poderosamente a imaginação. ele não gostava da política irlandesa e tendia a imaginar uma Irlanda pastoril formada apenas por suaves colinas, névoas, lagos e florestas."  A VIDA DE C.S LEWIS - Do Ateísmo às Terras de Nárnia, página 29.

As paisagens de sua infância e a paixão por livros foram inquestionavelmente as influências que moldaram a fértil imaginação de Lewis. Em 1905, ele e sua família mudaram para uma grande casa nos arredores de Belfast, a “Leeborough House”, chamada por seus moradores simplesmente “Little Lea”. A casa era cheia de longos corredores, cômodos vazios e uma grande biblioteca, e Lewis e seu irmão inventavam mundos de faz de conta enquanto exploravam sua residência. Os dois irmãos registraram parte disso por escrito. Lewis escreveu sobre animais falantes em “Animal Land” [Terra dos Animais], e Warnie escreveu sobre a “Índia” (mais tarde associada com a igualmente imaginária terra de Boxen). 

A família Lewis em Little Lea, em 1905. Na fileira de trás (da esquerda para a direita): Agnes Lewis (tia), duas empregadas domésticas, Flora Lewis (mãe). Na fileira da frente (da esquerda para a direita): Warnie, C. S. Lewis, Leonard Lewis (primo), Eileen Lewis (prima) e Albert Lewis, segurando Nero (o cão).

A "Little Lea" não é aberta para visitação, mas se estiver passando por Belfast e quiser só tirar uma foto dela, ela fica na 76 Circular Road.

Andar por Belfast é entrar no mundo particular de Lewis, cada prédio, cada rua tem alguma história para contar. 

Em se tratando de construções, a cidade possui várias delas que merecem ser visitadas, como a Campbell College  onde Lewis estudou por um breve tempo. 

Campbell College

A Igreja de St.Mark's em Dundela, é parada obrigatória na cidade. Foi lá onde seus pais se conheceram e em janeiro de 1899 o próprio Lewis foi batizado por seu avô, o Rev.Thomas Hamilton. Dentro dela há um lindo vitral dedicado à memória dos pais de Lewis.

A inscrição em latim abaixo da janela é traduzido: Para a maior glória de Deus e dedicado à memória de Albert James Lewis, que morreu no 25 de setembro de 1929, com idade entre 67 e também de sua esposa, Flora Augusta Hamilton, que morreu no 23 de agosto de 1908, 47 anos.

Outro lugar bem interessante para conhecer em Belfast é o Titanic Quarter, um museu gigantesco construído no mesmo local onde o navio Titanic foi construído. Acho que provavelmente a maioria de vocês vão se lembrar que no início do filme Titanic, o amigo irlandês de Jack, faz questão de dizer que o navio foi feito por centenas de irlandeses, o que faz dele muito importante para a história da cidade. 


O projeto arquitetônico foi feito mesmo para chamar a atenção dos visitantes. Seu exterior lembra as proas de um navio, mas após algumas pessoas observarem que o prédio lembrava um iceberg, ele foi renomeado pelos moradores de “The Iceberg“. O prédio do museu foi feito com 3.000 placas individuais de alumínio e tem 38 metros de altura, a mesma do casco do Titanic. Pelo espaço, existem galerias que exploram os aspectos do prédio e do Titanic. Contam a história desde sua concepção até construção, lançamento, sobre a viagem inaugural e o acidente. São várias fotos, videos e partes interativas. No último andar, fica um centro de conferências - que é o maior espaço de recepção e eventos de Belfast – e lá, os visitantes vêem uma réplica da escada encontrada no interior do barco (e famosa pelo filme de James Cameron).

Sabe aquela história em que o mundo é mesmo um lugar pequeno e de que alguma forma todas as coisas estão ligadas? Já não suficiente toda a importância histórica do Titanic para Belfast, o navio de alguma forma faz parte da história da própria família de C.S Lewis, como explica McGranth:

"O avô paterno de Lewis, Richard Lewis, era um caldeireiro galês que havia emigrado para Cork com sua esposa de Liverpool no início da década de 1850. Logo depois do nascimento de Albert, a família Lewis mudou-se para a cidade industrial de Belfast, no norte, para que Richard pudesse entrar em sociedade com John H. Macilwaine para formar a bem-sucedida empresa Macilwaine, Lewis & Co., Engineers and Iron Ship Builders.
O mais interessante dos navios construídos por essa pequena companhia talvez tenha sido o Titanic original — um pequeno barco a vapor construído em 1888, pesando apenas 1.608 toneladas. No entanto, a indústria de construção naval de Belfast passava por mudanças na década de 1880, com os estaleiros de Harland & Wolff e de Workman Clark alcançando o predomínio comercial. Tornou-se cada vez mais difícil para os “pequenos estaleiros” obter sua sobrevivência econômica. em 1894, Workman Clark assumiu o controle da Macilwaine, Lewis & Co. A versão muito mais famosa do Titanic — também construída em Belfast — foi lançada em 1911 pelos estaleiros da Harland & Wolff, pesando 26 mil toneladas. Todavia, enquanto o famoso transatlântico afundou em sua viagem inaugural em 1912, o navio muito menor da Macilwaine & Lewis continuou percorrendo regularmente sua rota comercial em águas da América do sul sob outros nomes até 1928."

Ainda como parte das homenagens que a cidade oferece ao seu morador ilustre, no centro de Belfast na frente da Holywood Arches Library, há uma estátua inspirada no personagem Digory Kirke, que fez o guarda-roupa de uma bela árvore de maçã que tinha propriedades mágicas.



A minha última dica pra quem vai visitar Belfast é o C.S Lewis Festival. A segunda edição desse festival que acontece em Belfast de 20 a 23 de novembro, celebra tanto a sua vida quanto o seu legado para o mundo. Haverá eventos ao ar livre da família, exibições de filmes, exposições de arte, passeios, workshops e leituras. Esta é uma oportunidade fantástica para os moradores e visitantes para celebrar o escritor mais famoso e popular de Belfast.

Confira a programação completa aqui 

Ainda há muito mais o que falar dessa cidade, cheia de histórias por onde se passa, mas não vou estragar a surpresa contando tudo aqui, é preciso descobrir Belfast por si mesmo. Então, não deixe de colocar ela na sua lista de destinos para a próxima viagem ok?



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APRENDA A FAZER O MANJAR TURCO DE 'AS CRÔNICAS DE NÁRNIA'


"– Beber sem comer é triste, Filho de Adão – disse a rainha. – Que deseja comer?

– Manjar turco, Majestade, por favor – disse Edmundo.

A rainha deixou cair sobre a neve outra gota da garrafa; no mesmo instante, apareceu uma caixa redonda, atada com uma fita de seda verde, que, ao se abrir, revelou alguns quilos do melhor manjar turco. Edmundo nunca tinha saboreado coisa mais deliciosa, tão gostosa e tão leve. Sentiu-se aquecido e bem disposto"

(C. S. Lewis. As Crônicas de Nárnia. Volume único. Ed. Martins Fontes: São Paulo, 2009. p. 117).

Quem nunca leu essa parte da história e não ficou morrendo de vontade de experimentar o tal doce? 
É um doce bem antigo, sua origem remota à Persia antiga e acabou se tornando um dos doces mais tradicionais da Turquia. Ele também é conhecido como lokum ou loukum é feito de maisena e açúcar. Geralmente se usa xarope de romã ou água de rosas, para dá aquela cor rosa bem característica. É macio e muito parecido com uma geleia e coberto com açúcar de confeiteiro. 

Aproveitando essa semana, eu encontrei um vídeo que explica como fazer essa receita deliciosa.



Aproveitem a dica e sigam esse canal no YouTube, perfeito pra quem ama cinema e ainda gosta de experimentar novas receitas. Os vídeos são super bem produzidos e com um cuidado especial até nos figurinos, que são definidos de acordo com cada receita e filme escolhido!
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C.S LEWIS: DOS LIVROS PARA A MÚSICA


No último post que falei sobre a influência de C.S Lewis na música, eu listei várias canções escritas a partir de seus livros, há álbuns inteiros feitos a partir deles, como “Until We Have Faces” lançado em 2011 pela a banda RED inspirado no livro do C.S. Lewis “Till We Have Faces”. Mas além das canções, alguns músicos levam Lewis tão a sério, que usam suas obras para dar nome as suas bandas, confira algumas delas:


The Hedgerow Folk é de Auburn, Alabama. Essa banda eu já falei nesse post aqui, e como o próprio nome já diz, eles tocam canções folk com letras que falam sobre estar em um relacionamento íntimo com Cristo. O nome do grupo tirado de um trecho de um dos poemas de CS Lewis. 




Future of Forestry é uma banda de rock/alternativo/indie de San Diego, Califórnia. O nome da banda é o título de outro poema de C.S Lewis que fala sobre nossa conexão com o Criador através da sua criação. O que gosto neles é a mistura de diversos instrumentos em suas canções como teclados, guitarras, piano, violinos e muitos outros que eu nem sei o nome. O último álbum lançado no início desse ano, é um pouco diferente dos anteriores, muito mais intimista com apenas piano e violino ao fundo, na maior parte do tempo.




Sixpence None the Richer tem um estilo pop rock e formada em 1992 em New Braunfels, Texas. O nome veio em referência a uma passagem do livro Cristianismo Puro e Simples, de C.S. Lewis.
Por ser uma banda bem antiga, também é uma das mais famosas dessas lista, com muitas músicas em trilhas sonoras de filmes e seriados como a super famosa canção 'Kiss me' em Ela é Demais, Como Perder um Homem em 10 Dias, Dawson's Creek e Smallville e também 'It Came Upon A Midnight Clear' em Grey's Anatomy.




Quem disse que o Brasil não tem seu representante? A banda Velho Irlandês, é mais uma banda que C.S Lewis deu uma forcinha para nascer. O nome da banda presta uma homenagem ao escritor que em um dos seus textos resume a missão dessa banda carioca:

‘O mundo não precisa de mais autores escrevendo livros cristãos, o mundo precisa é de mais cristãos escrevendo livros.’ C.S Lewis




Poor Old Lu é uma banda que surgiu no começo dos anos 90, mas infelizmente chegou ao fim em 2002. A banda surgiu justamente quando o grunge estava em alta, o que de certa forma explica também o seu fim, quando a era pós-grunge começou nos anos 2000, colocando muitas bandas no esquecimento. O significado do nome refere-se ao livro "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa", onde Lucy (Lu), retorna de Nárnia e conta ao seu irmão Pedro, que não acredita na história dela, porém, ele responde "Poor Old Lu, hiding and nobody noticed".

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IGREJA: IR OU NÃO?


Foto: Lawrence OP

Estava conversando com alguém sobre igreja (para variar) e me lembrei de uma história envolvendo C. S. Lewis e um velho santo de botas de borracha. Como não conseguia achar essa história em nenhum dos livros do C. S. Lewis que possuo, decidi “googar” por ela e a achei no blog Mere Theology.
C. S. Lewis frequentou a mesma igrejinha durante trinta anos. A experiência não tinha nada de extraordinário a cada semana. A maior parte daqueles anos Lewis não se importava muito com os sermões; ele até mesmo sentava-se atrás de um pilar para que o ministro não visse suas expressões faciais. Ele ía ao culto sem música porque não gostava dos hinos. E saía logo após a comunhão da Ceia provavelmente porque não gostava de se envolver nas conversas com os outros membros depois do culto. Mas a longa obediência numa mesma direção moldou a vida de Lewis de um modo que nada mais poderia.
Uma vez perguntaram para Lewis: “É necessário frequentar um culto ou ser membro de uma comunidade cristã para um modo cristão de vida?”
Sua resposta foi a seguinte: “Esta é uma pergunta que eu não posso responder. Minha própria experiência é que logo que eu me tornei um cristão, cerca de quatorze anos atrás, eu pensava que poderia me virar sozinho, me retirando a meu quarto e lendo teologia, e não frequentava igrejas ou estudos bíblicos; e então mais tarde eu descobri que era o único modo de você agitar sua bandeira; e, naturalmente, eu descobri que isso significava ser um alvo. É extraordinário o quão inconveniente para sua família é você ter que acordar cedo para ir à Igreja. Não importa tanto se você tem que acordar cedo para qualquer outra coisa, mas se você acorda cedo para ir à igreja é algo egoísta de sua parte e você irrita todos na casa. Se há qualquer coisa no ensinamento do Novo Testamento que é na natureza de mandamento, é que você é obrigado a participar do Sacramento e você não pode fazer isso sem ir à igreja. Eu não gostava muito dos seus hinos, os quais eu considerava poemas de quinta categoria com música de sexta categoria. Mas à medida em que eu ia eu vi o grande mérito disso. Eu me vi diante de pessoas diferentes de aparência e educação diferentes, e meu conceito gradualmente começou a se desfazer. Eu percebi que os hinos (os quais eram apenas música de sexta categoria) eram, no entanto, cantados com tamanha devoção e entrega por um velho santo calçando botas de borracha no banco ao lado, e então você percebe que você não está apto sequer para limpar aquelas botas. Isso o liberta de seu conceito solitário.” (C. S. Lewis, God in the Dock, p. 61-62)
Texto: Sandro Baggio
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COMEÇA A III SEMANA C.S LEWIS!

Foi só impressão minha ou novembro demorou pra chegar esse ano? Eu sofro com a ansiedade pela chegada dessa semana desde mais ou menos abril, que é quando eu comecei a planejar pra valer a III Semana C.S Lewis do blog. 

Pra quem não conhece, é uma semana especialmente dedicada ao escritor C.S Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia, que acontece de 22 a 29 de novembro (datas de nascimento e morte do escritor).

O blog mergulha no mundo criado por Lewis, através da música, cinema, artes, literatura e devocionais que nos fazem refletir sobre os diversos aspectos da vida, além de matar a curiosidade sobre detalhes da vida do próprio escritor.

Eu passei os últimos meses em um longo trabalho de pesquisa reunindo muita coisa legal para trazer pra vocês. Essa semana tanto o blog quanto a fanpage sofrerá de uma verdadeira overdose de C.S Lewis, então se preparem! Espero que gostem e não esqueçam de comentar os posts para saber sua opiniões e sugestões. Vamos começar?
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